Dizem que carnaval renova as pessoas, não é mesmo? No meu caso, me renovou!
Me diverti muito com as minhas amigas e percebi de que não preciso de mais nada pra ser feliz, quem eu quero e quem gosta de mim, está ao meu redor. Não quero pessoas falsas ou que estão ali por obrigação.
Agora, me resta só a saudade desses 5 dias que me fizeram perceber coisas que não percebi em meses...
Isso é só mais uma das tantas páginas de internet existente em que as pessoas escrevem sobre seus sentimentos. Só que essa página, não é compartilhada.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Um lindo e sábio texto escrito pelo meu querido professor de Português...
"O dia permanece abafado e úmido. As nuvens parecem nao querer o céu, preferindo a proximidade com o asfalto sujo da cidade. Para ser sincero, não consigo definir claramente se são mesmo as nuvens que desceram, ou se é a fumaça que sobe densa no horizonte estampado da janela do meu escritório. É fato, entretanto, que o cenário não se apresenta favorável àqueles que pretenderiam usá-lo como inspiração para poemas de amor.
Sigo em minha prosa poética falando da morte - ou quase morte - de uma cidade que, em um domingo típico, mostra-se desabitada. É bem provável que, indo ao shopping - único refúgio, ao que parece, do provinciano povo do lugar onde moro -, cruze eu com centenas de pessoas, desconhecidas ou não, que, na falta de opção melhor, recorrem a esse subterfúgio. Prefiro a prisão de minhas janelas altas de apartamento à liberdade supervisionada daqueles que recorrem ao lugar comum.
Minha tristeza seca - porque sem lágrimas - é protagonista de um ato do qual eu nao quereria sequer o papel de figurante, quanto masi de coadjuvante em que me encontro. Ao longe escuto gargalhadas que não são minhas, mas de alguém que não ri de mim, nem tampouco para mim. Apenas ri. E eu nao choro. Quero, necessito, desejo, venero... mas não choro.
O luto não é do ambiente, mas apenas meu,. O ar põe-se de cinza, e essa bem pode ser a cor da felicidade, quando se quer.
As letras aparecem no monitor, meus dedos pressionam pelas teclas, que têm vontade própria.... não sou mais eu quem escreve. Cochilo, durmo, sonho, acordo, desespero-me: as palabvras não são minhas, a vontade não é minha, a vida não é minha. No canto do meu olho percebo brotar uma pequena gota. As imagens embaralham-se, o sol se esvai, o pensamento se perde. E também o sentido.
A vida pede uma nova chance.
Em um longo suspiro, dou-lha: 'nada como um dia após o outro.' "
(MAIO, José L. Sopro. Outubro/2011)
Sigo em minha prosa poética falando da morte - ou quase morte - de uma cidade que, em um domingo típico, mostra-se desabitada. É bem provável que, indo ao shopping - único refúgio, ao que parece, do provinciano povo do lugar onde moro -, cruze eu com centenas de pessoas, desconhecidas ou não, que, na falta de opção melhor, recorrem a esse subterfúgio. Prefiro a prisão de minhas janelas altas de apartamento à liberdade supervisionada daqueles que recorrem ao lugar comum.
Minha tristeza seca - porque sem lágrimas - é protagonista de um ato do qual eu nao quereria sequer o papel de figurante, quanto masi de coadjuvante em que me encontro. Ao longe escuto gargalhadas que não são minhas, mas de alguém que não ri de mim, nem tampouco para mim. Apenas ri. E eu nao choro. Quero, necessito, desejo, venero... mas não choro.
O luto não é do ambiente, mas apenas meu,. O ar põe-se de cinza, e essa bem pode ser a cor da felicidade, quando se quer.
As letras aparecem no monitor, meus dedos pressionam pelas teclas, que têm vontade própria.... não sou mais eu quem escreve. Cochilo, durmo, sonho, acordo, desespero-me: as palabvras não são minhas, a vontade não é minha, a vida não é minha. No canto do meu olho percebo brotar uma pequena gota. As imagens embaralham-se, o sol se esvai, o pensamento se perde. E também o sentido.
A vida pede uma nova chance.
Em um longo suspiro, dou-lha: 'nada como um dia após o outro.' "
(MAIO, José L. Sopro. Outubro/2011)
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Olhar as estrelas
Ontem tive uma experiência que não tinha há muito tempo: olhar as estrelas. E foi ótimo.
Quando você pára pra olhar aquele céu, as nuvens, estrelas e lua; parece que nada mais existe à sua volta. E, como a maioria das pessoas dizem, não é um momento para pensar na sua vida, e sim um momento pra você não pensar em nada, só no céu. E foi isso que me cativou.
Naquele momento parece que as estrelas estão há apenas alguns metros de distancia de você e que elas estão penduradas e a qualquer momento elas poderão cair sobre você.
É maravilhoso a maneira que o céu se move, tudo muda de posição de um instante para outro. Dá até pra ter a impressão de que elas estão fazendo um show particular, só pra você continuar olhando.
Posso afirmar que nesse momento, eu não sabia o que era stress, nervoso ou preocupação. Era só eu e o céu ali, naquele momento, sem pensar em nada. Todo mundo merece essa experiência que não é tão difícil de se realizar assim...
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Quase Sem Querer - Maria Gadú
Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
Ainda estou confuso só que agora é diferente
Tô tão tranquilo e tão contente
Impaciente e indeciso
Ainda estou confuso só que agora é diferente
Tô tão tranquilo e tão contente
Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria era provar pra todo mundo
Que eu não precisava provar nada pra ninguém
Me fiz em mil pedaços pra você juntar
E queria sempre achar explicação pra o que eu sentia
Como um anjo caído fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira
Mas, não sou mais tão criança
A ponto de saber tudo
Já não me preocupo se eu não sei por que
Ás vezes o que eu vejo quase ninguém vê
Eu sei que você sabe quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente um dos Deuses mais lindos
Sei que ás vezes uso palavras repetidas
Mas, quais são as palavras que nunca são ditas?
Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como te quero tanto
Já não me preocupo se eu não sei por que
Ás vezes o que eu vejo quase ninguém vê
Eu sei que você sabe quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você
Quando o que eu mais queria era provar pra todo mundo
Que eu não precisava provar nada pra ninguém
Me fiz em mil pedaços pra você juntar
E queria sempre achar explicação pra o que eu sentia
Como um anjo caído fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira
Mas, não sou mais tão criança
A ponto de saber tudo
Já não me preocupo se eu não sei por que
Ás vezes o que eu vejo quase ninguém vê
Eu sei que você sabe quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente um dos Deuses mais lindos
Sei que ás vezes uso palavras repetidas
Mas, quais são as palavras que nunca são ditas?
Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como te quero tanto
Já não me preocupo se eu não sei por que
Ás vezes o que eu vejo quase ninguém vê
Eu sei que você sabe quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Impotente
É estranho se sentir impotente. Alguma coisa dentro de você fica te lembrando toda hora de que não adianta você fazer nada, isso vai ser dessa maneira e ponto final.
A mudança de ano veio junto com algumas perdas de amizade para mim. Muitos dos meus amigos terminaram o terceiro e esse ano estarão mudando de cidade, entrando para um novo ciclo de amizades.. E se não for esse ano, em breve isso acontecerá.
E infelizmente não há o que fazer. Olho para trás e vejo das quais amizades me afastei, quais ganhei... E me dói pensar que no futuro, vou olhar pra trás e sentir saudades das que estão comigo hoje.
Dói se afastar dos amigos, mesmo aqueles que não eram tão próximos, mas tinham uma extrema importância. Estou sentindo essa dor diariamente, e parece que só está aumentando...
A mudança de ano veio junto com algumas perdas de amizade para mim. Muitos dos meus amigos terminaram o terceiro e esse ano estarão mudando de cidade, entrando para um novo ciclo de amizades.. E se não for esse ano, em breve isso acontecerá.
E infelizmente não há o que fazer. Olho para trás e vejo das quais amizades me afastei, quais ganhei... E me dói pensar que no futuro, vou olhar pra trás e sentir saudades das que estão comigo hoje.
Dói se afastar dos amigos, mesmo aqueles que não eram tão próximos, mas tinham uma extrema importância. Estou sentindo essa dor diariamente, e parece que só está aumentando...
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